1. Dizes-nos onde estás
No início registas o teu rendimento, as despesas essenciais, as dívidas, o que já tens poupado e os objetivos que queres atingir. Podes fazê-lo à mão, fotografando faturas, ou ligando uma conta bancária.
2. O motor financeiro calcula, por esta ordem
A ordem não é arbitrária: sem saber o que já está comprometido, qualquer recomendação seria ficção.
- Rendimento líquido.
- Despesas essenciais.
- Obrigações financeiras, incluindo os mínimos contratuais das dívidas.
- Fundo de emergência.
- Objetivos que definiste.
- O que sobra verdadeiramente para decidires.
3. Descobres a tua prioridade ativa
Toda a gente tem uma etapa ativa: eliminar dívidas, criar fundo de emergência, organizar o orçamento, começar a investir ou construir património. Tudo o que o produto sugere é filtrado por essa etapa — duas pessoas com os mesmos rácios e prioridades diferentes nunca recebem a mesma sugestão.
4. Simulas antes de decidir
Antes de qualquer alteração permanente, podes perguntar o que acontece. Comprar um carro, mudar de casa, fazer uma viagem, começar um curso, aumentar a poupança — o motor recalcula tudo: impacto mensal e anual, liquidez, margem, fundo de emergência, data de ficares livre de dívidas e o score.
Nenhuma simulação altera os teus dados.
5. Assumes compromissos, e nós acompanhamos
Quando decides algo — um limite numa categoria, uma poupança mensal — isso fica registado como um compromisso teu. Todos os meses comparamos o que prometeste com o que realmente fizeste, a partir do teu histórico.
6. Compromissos cumpridos tornam-se hábitos
Ao fim de vários meses seguidos a cumprir, um compromisso passa a hábito. Isto nunca acontece por declaração: só por evidência, e o número de meses que o provou é sempre mostrado ao lado.
Dois indicadores, nunca misturados
A saúde financeira mede a tua situação: rendimento, liquidez, dívida, fundo de emergência. É factual e não sobe porque prometeste alguma coisa.
A disciplina financeira mede o teu comportamento: se cumpres o que combinas contigo próprio. Pode subir mesmo que a tua situação não melhore — alguém endividado que cumpre tudo durante quatro meses está a fazer exatamente o que deve, e merece ver isso reconhecido.